
Sofro.
Não obstante, por vezes penso que convém. Parece loucura (o que não me importa, até porque valorizo a loucura); no entanto, de fato, não o é. Senão, vejamos.
É natural. Assim, me incluo entre todos os outros.
É humano. Me aproximo de quem, em um futuro relativamente próximo, pretendo indicar algumas possibilidades.
É nobre, justificando-se essa observação per si.
É precioso. Some-se à exposição acima o fato de que a tristeza prévia nos faz realmente alegres quando um fato feliz nos surpreende.
Sofro.
E espero o futuro.
Felizmente.