sábado, 26 de julho de 2008

...por enquanto...


Sofro.

Não obstante, por vezes penso que convém. Parece loucura (o que não me importa, até porque valorizo a loucura); no entanto, de fato, não o é. Senão, vejamos.

É natural. Assim, me incluo entre todos os outros.

É humano. Me aproximo de quem, em um futuro relativamente próximo, pretendo indicar algumas possibilidades.

É nobre, justificando-se essa observação per si.

É precioso. Some-se à exposição acima o fato de que a tristeza prévia nos faz realmente alegres quando um fato feliz nos surpreende.

Sofro.

E espero o futuro.

Felizmente.